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	<title>Academia PerformanceDicas de Saúde - Academia Performance -</title>
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		<title>Risco de morte: anabolizantes fazem crescer os músculos sob risco de câncer e infarto</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 12:47:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Músculos volumosos, que chamam a atenção, são o sonho de quem pega pesado na academia. Mas nem todo mundo tem paciência para seguir o treino sem falhas e esperar os resultados aparecerem &#8211; na dúvida entre desistir dos exercícios e alcançar músculos fortes, tem quem acabe buscando os esteroides anabolizantes como alternativa para conseguir resultados&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-795" alt="not04" src="https://performancepiracicaba.com.br/wp-content/uploads/2014/07/not04.png" width="670" height="442" /></p>
<p>Músculos volumosos, que chamam a atenção, são o sonho de quem pega pesado na academia. Mas nem todo mundo tem paciência para seguir o treino sem falhas e esperar os resultados aparecerem &#8211; na dúvida entre desistir dos exercícios e alcançar músculos fortes, tem quem acabe buscando os esteroides anabolizantes como alternativa para conseguir resultados mais rápidos.</p>
<p>&#8220;Essas drogas, apesar de serem ilegais, são facilmente encontradas&#8221;, afirma a cardiologista Luciana Janot, do programa de cardiologia do Hospital Albert Einstein. Em geral, as fórmulas são derivadas da testosterona, o hormônio sexual masculino, e causam a retenção de líquidos &#8211; daí o inchaço da musculatura. Os hormônios do crescimento (HGH), naturalmente produzidos pela hipófise, também têm sido usados como anabolizantes.</p>
<p>&#8220;Devido à dose extra de hormônios, o metabolismo celular aumenta, surge o inchaço e os exercícios intensos provocam hipertrofia muscular&#8221;, afirma a cardiologista. Nem mais fortes os músculos ficam, já que o aumento das fibras não é resultado de esforço, mas do acúmulo de líquidos &#8211; a ilusão até pode gerar lesões se a carga de peso for aumentada sem cuidado. Os riscos para a saúde, incluindo o perigo de morte, são muitos. Se você ainda tem alguma dúvida relacionada aos perigos dos anabolizantes, veja os alertas dos especialistas e abandone imediatamente essa ideia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Riscos cardiovasculares</h3>
<p>Uma consequência grave sofrida por quem abusa dos anabolizantes são os problemas cardiovasculares. Com a dosagem extra de hormônio circulando na corrente sanguínea, o músculo cardíaco pode ser vítima de fibroses (desenvolvimento exagerado de tecido muscular), devido ao aceleramento do metabolismo. Essas fibroses podem obstruir as veias, impedindo a passagem do sangue e causando ataques cardíacos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Câncer hepático</h3>
<p>O fígado, por ser responsável pela metabolização de todos os medicamentos, acaba sendo sobrecarregado com a alta dosagem de hormônio no corpo e pode falhar &#8211; nem sempre as enzimas são suficientes. Em casos mais graves, a sobrecarga causa nódulos nas células, que provocam câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Colesterol</h3>
<p>O endocrinologista Tércio Rocha, da Academia Brasileira, explica que essa sobrecarga no fígado também pode causar um aumento na produção de enzimas, o que faz o órgão produz mais colesterol ruim (o LDL) do que o bom (HDL). A gordura se acumula nas paredes das artérias do coração e do cérebro &#8211; por isso as veias entupidas podem causar derrame e acidente vascular (AVC). Em média, 75% do colesterol do corpo é produzido pelo fígado para as ações reguladoras do metabolismo. Quando há excesso de hormônio para ser metabolizado no fígado,há queda na produção do chamado colesterol bom (HDL) e aumento a produção do chamado colesterol ruim (LDL).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Problemas de fertilidade no homem</h3>
<p>Nos homens, há alto risco de atrofia dos testículos e infertilidade, de acordo com o endocrinologista Filippo Pedrinola, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). &#8220;Com altas doses de hormônio, os testículos perdem a capacidade de produzir testosterona, efeito que pode ser temporário ou permanente, dependendo de cada caso&#8221;. Inibição da testosterona também pode levar à impotência. &#8220;Os anabolizantes provocam bloqueios numa glândula chamada hipófise, que é a glândula que controla a fabricação de testosterona. Com isso, o homem pode entrar em um estado chamado de hipogonadismo, ou seja, a falta do hormônio masculino&#8221;. Nesta situação, há perda ou diminuição do desejo sexual, além de prejuízo na qualidade e na capacidade de ereção (disfunção erétil).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Desequilíbrio hormonal</h3>
<p>O excesso de testosterona no organismo desequilibra o sistema hormonal dos homens e das mulheres. No caso delas, há aumento de pelos, engrossamento da voz, aparecimento do pomo de adão e hipertrofia do clitóris, o que atrapalha o prazer sexual. Os homens sofrem com a perda da libido e observam o aparecimento de mamas. &#8220;O homem pode ter um aumento do tecido mamário, problema conhecido por ginecomastia. &#8220;Parte da testosterona é convertida em estradiol, um hormônio feminino, estimulando o desenvolvimento de mamas, às vezes só uma cirurgia é capaz de reverter esse quadro&#8221;, afirma Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Pele com acne</h3>
<p>O abuso de anabolizantes pode vir acompanhado de problemas cutâneos. O endocrinologista Tércio Rocha explica que a ação anabólica causa hipertrofia também nas glândulas sebáceas, responsáveis pela oleosidade natural da pele. &#8220;Quanto maior for o uso de esteroides, maior será a oleosidade da pele e há o surgimento de acne&#8221;, afirma o especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Hepatite e HIV</h3>
<p>O endocrinologista Filippo Pedrinolla reforça um risco associado ao consumo de anabolizantes: muitas versões podem ser consumidas de forma injetável. As seringas e as agulhas, se não forem novas e esterilizadas, aumentam o risco de contágio de AIDS e hepatite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Atrapalha o crescimento</h3>
<p>Quando a droga é usada por jovens menores de 21 anos, os danos podem ser maiores ainda. &#8220;Em adolescentes, o excesso de testosterona atrapalha o crescimento e acelera puberdade, piorando o desenvolvimento&#8221;, afirma o endocrinologista Filippo Pedrinolla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Aumento da agressividade</h3>
<p>O endocrinologista Tercio Rocha explica que a testosterona é conhecida como o fator de maior contribuição no nível de agressividade do homem. Pessoas que tomam esteroides anabolizantes apresentam-se mais agressivos e violentos que o normal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.educacaofisica.com.br/">http://www.educacaofisica.com.br/</a> e site Minha Vida</p>
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		<title>Osteopatia e seus Benefícios</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 11:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo da Osteopatia é avaliar, orientar, diagnosticar e tratar com eficiência as dores e desconfortos que possam surgir diante da prática de atividade física. Seja na musculação assistida, no pilates ou ocasionadas por episódios traumáticos, pós-operatórios ou pela sobrecarga cotidiana da jornada de trabalho. Com isso, hoje o aluno que é admitido na Academia&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-683 aligncenter" alt="lombar" src="https://performancepiracicaba.com.br/wp-content/uploads/2014/03/lombar.jpg" width="600" height="433" /></p>
<p>O objetivo da Osteopatia é avaliar, orientar, diagnosticar e tratar com eficiência as dores e desconfortos que possam surgir diante da prática de atividade física. Seja na musculação assistida, no pilates ou ocasionadas por episódios traumáticos, pós-operatórios ou pela sobrecarga cotidiana da jornada de trabalho.</p>
<p>Com isso, hoje o aluno que é admitido na Academia Performance Piracicaba passa não só pela avaliação física de composição corporal e flexibilidade, mas também passa por uma avaliação fisioterapêutica osteopática funcional.</p>
<h4>Afinal do que se trata então a osteopatia?</h4>
<p>Sua origem vem desde 1864, através do precursor desta ciência, chamado Dr. Andrew Taylor Still, mas conhecido no meio como Dr. Still. Médico do estado de Missouri nos EUA, nesse período, ele se questiona sobre sua impotência para aliviar e tratar as dores dos seus pacientes, sucesso que ele não obtinha através dos tratamentos medicamentosos da época, então resolve estudar profundamente anatomia e fisiologia para entender melhor o funcionamento do corpo humano.</p>
<p>A Osteopatia nasceu como uma especialidade médica nos EUA e quando chegou ao Brasil teve grande procura de Fisioterapeutas, portanto para poder fiscalizar seu exercício foi reconhecida como especialidade do Fisioterapeuta no nosso país, pela <em>RESOLUÇÃO Nº. 220, DE 23 DE MAIO DE 2001.</em></p>
<p>Portanto, a osteopatia é um meio de diagnóstico clínico, avaliação e tratamento que busca através dos recursos manuais do fisioterapeuta formado nesta área, identificar a causa de determinadas dores e patologias que acometem nosso corpo. Dessa forma, através do conhecimento anatômico, fisiológico, biomecânico e palpatório, obtemos com maior clareza a informação que advém do tecido doente.</p>
<p>As técnicas terapêuticas manuais, já consagradas e difundidas em muitos países, vêm ganhando uma grande repercussão no Brasil nos últimos anos.</p>
<p>A osteopatia tem indicação para tratamento\prevenção de inúmeras patologias. As mais comuns são:</p>
<p>- Dores na coluna vertebral (Lombalgia \ Cervicalgia\ Ciatalgia \ Hérnia de disco&#8230;)</p>
<p>- Dores nas articulações (Tendinites \ Artroses \ Entorses)</p>
<p>- Dores musculares \ Disfunções posturais</p>
<p>- Dores de cabeça</p>
<p>- Distúrbios do sistema gástrico e uroginecológico</p>
<p>- Disfunções do recém-nascido (refluxo \ irritabilidade \ choro freqüente)</p>
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		<title>Atividade física antes dos 40 ajuda a prevenir hipertensão na menopausa</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 11:44:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas em cardiologia estimam que até 80% das mulheres podem se tornar hipertensas após a menopausa. Para prevenir o problema, a prática de exercícios físicos precisa ser incluída na rotina por volta dos 40 anos de idade, muito antes da última menstruação acontecer. O alerta foi feito pela pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Angelina&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-680 aligncenter" alt="older-women-exercising" src="https://performancepiracicaba.com.br/wp-content/uploads/2014/03/older-women-exercising.jpg" width="600" height="310" /></p>
<p>Especialistas em cardiologia estimam que até 80% das mulheres podem se tornar hipertensas após a menopausa. Para prevenir o problema, a prática de exercícios físicos precisa ser incluída na rotina por volta dos 40 anos de idade, muito antes da última menstruação acontecer.</p>
<p>O alerta foi feito pela pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Angelina Zanesco, que coordena uma pesquisa cujo objetivo é desvendar os mecanismos biológicos responsáveis pelo aumento da pressão arterial feminina nessa faixa etária.</p>
<p>“Muitas mulheres começam a se preocupar com a atividade física somente após os 50 anos, quando a barriga começa a crescer. Mas nossos resultados mostram que, para evitar o desenvolvimento da doença, a intervenção precisa ser feita antes que ocorram as mudanças metabólicas e hormonais da menopausa”, afirmou Zanesco.</p>
<p>Para chegar a tal conclusão, a equipe do Laboratório de Fisiologia Cardiovascular e Atividade Física da Unesp em Rio Claro (SP) avaliou em dois grupos de mulheres – pré e pós menopausa – o funcionamento do chamado sistema renina-angiotensina, um conjunto de peptídeos, enzimas e receptores envolvidos no controle da pressão arterial.</p>
<p>“O sistema renina-angiotensina é responsável por elevar a pressão arterial, principalmente por meio da constrição dos vasos sanguíneos, e isso tem uma importância fisiológica. No caso de um acidente com hemorragia ou de uma infecção generalizada, por exemplo, esse sistema impede que a pressão arterial caia demais e o indivíduo desmaie. Mas quando o mecanismo é ativado sem necessidade, acaba levando à hipertensão”, explicou Zanesco.</p>
<p>Os pesquisadores coletaram amostras de sangue de 42 mulheres com mais de 40 anos que ainda não estavam na menopausa e de outras 32 que já estavam havia pelo menos 12 meses sem menstruar.</p>
<p>Os resultados mostraram que, de maneira geral, o sistema renina-angiotensina estava até 80% mais ativo no grupo de mulheres pós-menopausa quando comparados às mulheres na perimenopausa.  Esses dados mostram que, se a mulher esperar a menopausa para mudar seu estilo de vida, pode ser um pouco tarde e esse sistema já estará ativado para causar uma patologia”, avaliou Zanesco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Benefícios</b></h4>
<p>Desde meados da década de 1990, diversos estudos têm mostrado os benefícios de exercícios aeróbicos no controle da pressão arterial. O efeito também foi comprovado no experimento feito com 40 mulheres – 29 normotensas e 21 hipertensas – no Laboratório de Fisiologia Cardiovascular e Atividade Física da Unesp.</p>
<p>Após dois meses de treinamento na esteira, que incluía três sessões de 40 minutos por semana, em ritmo moderado, houve redução da gordura abdominal de aproximadamente três centímetros. Além disso, a pressão arterial das normotensas caiu 4 milímetros de mercúrio e a das hipertensas, 7 milímetros de mercúrio.</p>
<p>“Seria o equivalente a descer de uma pressão de 13.2 para 12.5, por exemplo. É uma redução importante para um período tão curto e o suficiente para reduzir em 40% o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral”, afirmou Zanesco.</p>
<p>Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://agencia.fapesp.br/17863" target="_blank">agencia.fapesp.br/17863</a></p>
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